Saiba se você caiu na malha fina 2021 e como sair dela

Um contribuinte que caiu na malha fina 2021 é aquele cuja declaração do Imposto de Renda acaba retida pela Receita Federal. Isso acontece por causa de uma dessas duas razões:

  1. foi identificada alguma incompatibilidade na declaração e o documento precisa ser corrigido; ou
  2. existe a necessidade de uma análise mais aprofundada da declaração enviada pelo contribuinte, para que seja comprovada ou eliminada uma possibilidade de fraude.

Está achando que caiu na malha fina 2021? Nós vamos ajudar você a descobrir se isso é verdade e também orientar para solucionar esse problema.

Seja qual for o motivo, todos os anos cerca de 3% da população brasileira cai na malha fina, o que explica a importância de se executar a declaração do Imposto de Renda com o máximo de atenção e antecedência ou de contratação de um profissional contábil para realizar o trabalho.

Caso isso tenha mesmo acontecido e você queira dormir melhor até a situação ser resolvida, na Leoa ou você consegue sair da malha fina ou receber o dinheiro de volta.

Como saber se caí na malha fina

Para isso, você vai precisar fazer uma consulta da malha fina, na internet, principalmente se acreditar que na sua declaração pode ter acontecido algum erro na digitação de informações ou valores, na apresentação de despesas médicas, na declaração de dependentes ou no que diz respeito às fontes pagadoras do que você declarou.

Existem pessoas que só percebem que caíram na malha fina quando não recebem a restituição do imposto de renda referente ao ano declarado. Mas todos os contribuintes podem acompanhar online a sua situação cadastral.

Então, como verificar se caí na malha fina?

Através do e-CAC, portal da Receita Federal na internet ou de aplicativo oficial. A nossa recomendação é que todo e qualquer contribuinte acompanhe de perto o encaminhamento de sua declaração desde o momento que a envia. E mais: que pelo menos uma primeira consulta seja feita com acesso ao site via computador.

Antes de logar, tenha em mãos seus principais documentos, assim como as informações sobre a declaração enviada referente ao período.

Veja o passo a passo para a consulta:

  1. Use um código de acesso ou a senha que você já tem cadastrada junto ao CPF ou CNPJ para ingressar no portal. Se ainda não tem, é preciso gerar uma.
  2. Pesquise por “Declarações e Demonstrativos” e por “Meu Imposto de Renda”
  3. Agora, você vai precisar localizar as opções “DIRPF – Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física” e em seguida “Extrato de Processamento da DIRPF”
  4. Para saber da malha fina 2021, selecione o ano atual na aba “Pendências de Malha”.
  5. Confira as informações que estão no quadro. Todas as pendências aparecem listadas por lá. Portanto, se o espaço estiver em branco você não caiu na malha fina.

E o que acontece se cair na malha fina?

Quando constarem pendências na situação cadastral verificada, o contribuinte precisará preencher uma retificação de Imposto de Renda e enviar ao Fisco documentos que o ajudem a comprovar que qualquer irregularidade não aconteceu de forma intencional.

Tudo isso também acontece remotamente, pelo computador, através de outra página: o e-Defesa, que é um portal específico para requerimentos.

Vale mencionar: alguns contribuintes optam por não preencher a retificação e aguardar ser intimados pela Receita para marcarem uma data e apresentarem suas explicações em relação às incompatibilidades da declaração.

Eles têm motivos a mais para monitorar a situação através do e-CAC. Pendências como essas são consultadas na aba “Situação Fiscal” do site.

O ideal é ficar de olho na maneira como se encaminha o envio da declaração desde o princípio, para não chegar até esse ponto e não se assustar quando o último lote de restituições estiver liberado e o seu CPF não fizer parte da lista.

Não existe segredo em como sair da malha fina!

Quem cair na malha fina 2021 e quiser sair dela sem dor de cabeça, precisa se dedicar ao preenchimento da retificação e envio dos documentos solicitados pelo Fisco.

Lembre-se que os documentos precisam estar dentro da validade. E como são enviados pela internet, devem ser escaneados de forma adequada (no caso de documentos impressos, passados para o computador).

Fonte: Jornal Contábil

Cargo de Gerente tem direito a horas extras?

Ganhar uma promoção para um cargo de gerente, ou ainda conseguir uma colocação em cargos como gerentes, diretores e chefes de departamento é sempre um diferencial no mercado de trabalho, porém, assim como tem seus benefícios, possui também suas peculiaridades.

Segundo regra, o ocupante de cargo de confiança como os citados anteriormente, não possuem direito de receber horas extras, isso porque não estão submissos ao controle de jornada de trabalho.

Sendo assim, como a jornada de trabalho dos gerentes é livre de controle, o mesmo passa a não ter direito a hora extra nem mesmo ao limite de oitos horas de serviço por dia, conforme expresso no artigo 62, inciso II, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Vantagens dos cargos de confiança

Apesar de que grande parte dos tralhadores ficarem decepcionados com a informação anterior, é bom saber que, em contrapartida, o salário dos trabalhadores com cargo de confiança deve ser igual ou superior ao salário base com acréscimo de gratificação não inferior a 40% do seu valor.

Caso o percentual seja menor, deve-se aplicar as normais gerais sobre a duração do trabalho.

Sendo assim, o Gerente não tem direito ao pagamento de horas extras, mas, comprovando que não tem autonomia e poder de comando nas atividades, como contratação e demissão de funcionários, bem como, a gratificação pelo cargo de confiança seja menor que 40% do salário base, passa lhe a ser garantido o direito de receber horas extras.

Conforme referido no artigo 62 da Consolidação das Leis do Trabalho, tanto gerentes como diretores são funcionários investidos em cargos de mando assim como de gerenciamento pertinente à administração da empresa que o contrata.

Os trabalhadores precisam então se atentar, pois, muitas vezes as empresas acabam atribuindo aos funcionários, o título de “Gerente” apenas como meio de se desobrigarem a pagar horas extras.

Fonte: Jornal Contábil

Como construir a presença digital da sua empresa

Em um mercado altamente competitivo, ter uma marca forte faz com que você ganhe autoridade na sua área de atuação, aumentando a sua possibilidade de ampliar as vendas. Um planejamento de presença digital consistente amplia o diálogo com o seu cliente e dá visibilidade para o seu negócio e ajuda na construção da identidade do seu negócio.

Neste artigo, vamos apresentar algumas sugestões para que a sua empresa tenha presença digital compatível com o seu planejamento. Para que você consiga ganhar autoridade da rede, lembre-se que a produção de um bom conteúdo é o principal caminho para que a presença digital do seu negócio comece a dar frutos.

PLANEJAMENTO DE PRESENÇA DIGITAL

CRIE UM BLOG

Ter um blog dentro do site da sua empresa é importante para que você possa oferecer um conteúdo atualizado do seu produto ou serviço. A ferramenta precisa ser pensada para informar, prestar contas ou oferecer conteúdo especializado. Sempre que possível, os textos não devem falar dos produtos em si, mas sim de tudo o que se pode fazer com eles. Isso vai ajudar bastante no compartilhamento do material nas redes sociais e assim fortalecer a sua presença digital.

CONTE BOAS HISTÓRIAS

A arte do convencimento passa sempre por uma boa história. E para chegar ao coração das pessoas, ela deve ser contada de maneira simples. Pode ser da origem do produto que você oferece ou da relação que as pessoas têm com ele. No caso da prestação de um serviço, vale contar casos pitorescos – eles sempre existem – e das relações criadas com os seus clientes mais fiéis. Depoimentos sinceros de usuários também podem e devem ser utilizados. Mas não vale inventar, quanto mais real for a história, maior a chance de as pessoas se envolverem com elas. Há casos de histórias não comprovadas que se viraram contra as empresas, prejudicando assim uma presença digital com autoridade.

VARIE OS FORMATOS

A variedade dos formatos ajuda a prender a atenção de quem visita o seu site e ajuda no compartilhamento do conteúdo nas redes sociais. Uma boa foto, um vídeo divertido ou um texto com conteúdo pertinente e bem escrito vão ajudar que o seu conteúdo alcance mais pessoas. Assim, cresce a possibilidade de melhores resultados nas redes.

OUÇA O SEU PÚBLICO

Se as redes sociais servem para aproximar o consumidor da sua marca, não faz sentido deixar o visitante falando sozinho. Sempre que houver uma interação, seja ela uma crítica, um elogio ou mesmo um comentário despretensioso, é importante que a resposta seja rápida, direta e precisa. Isso faz com que a pessoa se sinta valorizada. Aproveite todas as informações obtidas para melhorar o seu produto ou serviço. Quando o usuário percebe que as sugestões são levadas em conta, ele é estimulado a dar novas contribuições.

INSPIRE PESSOAS

Sempre que uma marca consegue entender o que o seu público espera dela e oferece conteúdo relevante, fecha-se um ciclo em que os dois lados se complementam. Quando a química acontece, a marca passa a ser uma referência em seu setor de atuação. Isso faz com que seu produto ou serviço passe a ser desejado, seja pela qualidade ou mesmo pela sua estética.

USE AS REDES SOCIAIS

O brasileiro está entre os usuários mais assíduos de redes sociais. Segundo pesquisa da empresa de dados digitais ComScore, 88% dos brasileiros interagem a partir de algum tipo de rede social. Portanto, se você quer ter mais chances de dialogar com as milhões de pessoas que passam muitas horas por dia em frente ao computador diariamente, as redes podem ser um ótimo atalho.

Entretanto, não adianta criar perfis indiscriminadamente. Busque compreender os possíveis usos para cada uma delas e, depois, decida em quais concentrar as suas energias, sempre com o objetivo de fortalecer a presença digital do seu negócio.

CRIE RELACIONAMENTO

Não vai adiantar você criar os melhores conteúdos se eles não estiverem onde o seu público alvo frequenta. Redes sociais e email são ótimos locais para se criar uma relação duradoura. Responda, sempre que possível. Use as mensagens diretas para esse atendimento, utilize campanhas de e-mail marketing e esteja atento aos interesses dos clientes, sempre em busca de conhecer melhor os seus desejos e características.

Fonte: Contadores.cnt.br

Como aproveitar novas oportunidades de negócio com menos riscos

Mas você, empresário, sabe diferenciar as verdadeiras chances de aumentar o faturamento do seu negócio daquelas que podem apenas gerar dores de cabeça?

Essa dificuldade é comum e revela, no fundo, que a análise dos riscos financeiros relacionados a cada operação não pode ser deixada para segundo plano. Afinal, qualquer descuido pode comprometer consideravelmente o complexo e delicado movimento de crescimento do negócio, que para se manter equilibrado e constante, precisa ser olhado com cuidado em todos os seus detalhes.

Então, que tal aprender a avaliar as oportunidades de negócio realmente interessantes, mitigando as margens de riscos? Continue a leitura!

Qual a diferença entre ideia e oportunidade de negócio ?

Normalmente, a ideia é o elemento responsável por converter uma oportunidade de negócio em uma atividade lucrativa. Dois exemplos clássicos são o transporte de passageiros por aplicativo (por extensão, os apps de caronas) e a locação do próprio imóvel como local de hospedagem.

Em um primeiro momento, há a percepção de que determinado nicho de mercado ainda é pouco explorado. Isso acontece, principalmente, quando observamos o viés contemporâneo, conduzido pelo avanço tecnológico e seus apêndices, como os próprios aplicativos de celular.

Depois, vem a elaboração de ideias viáveis para transformar a abertura encontrada em uma organização com fim lucrativo, de fato. Às vezes, a oportunidade vem à tona durante o que seria uma espécie de fase experimental do futuro negócio.

Note, entretanto, que existe outra vertente de oportunidade. Além de melhorar o faturamento, ela é caracterizada pelo baixo teor de risco. Tome você e sua empresa como exemplo. Nesse caso, a criação de oportunidades advém da descoberta de novas fontes de receita.

Para isso, basta aprofundar e melhorar o relacionamento com os clientes. Desse modo, é possível acompanhar as mudanças comportamentais deles, enquanto se observa as tendências mais recentes do mercado em si.

Como identificar novas oportunidades de negócio para minha empresa?

Basicamente, boas oportunidades dependem da detecção de uma necessidade ou desejo do público consumidor. Por sinal, aqui começam os equívocos. Contudo, repare que o crescimento estável do negócio depende do foco invariavelmente voltado ao chamado perfil de cliente ideal. As soluções devem ser concebidas para esse tipo de consumidor.

O relacionamento com ele precisa ser melhor desenvolvido. Afinal, esse é o modelo de cliente que se identifica com a marca, efetua compras regulares e fica de olho em eventuais novidades. À medida que o tempo passa, as preferências dele podem mudar, como acontece com qualquer pessoa.

Cabe à empresa utilizar meios eficazes para manter a sintonia fina com uma audiência tão especial, responsável por solidificar a base e viabilizar a conquista de mais clientes. Veja como você pode fazer isso sem correr riscos significativos!

Atração por meio de marketing digital

Por mais que seja negligenciado por algumas PMEs, ansiosas pela venda, o estágio de atração do cliente ideal (persona) é decisivo para o futuro do negócio. A qualidade, tanto da concepção quanto da execução da estratégia inerente a essa fase, diz muito a respeito do grau de competitividade da empresa perante a concorrência.

Uma vez que seu negócio tenha um blog alimentado com material de qualidade, a probabilidade de atrair e cativar a atenção do público esperado é alta. No início, sua empresa deve se preocupar em demonstrar que ela tem coisas relevantes para falar sobre certo tema — vinculado à atividade empresarial.

Conforme a relação com o público-alvo evolui positivamente, ela adquire confiança, como acontece com qualquer tipo de relacionamento. A partir do momento em que houver maturidade suficiente, ou seja, quando a marca já tiver credibilidade, fica fácil fazer com que as pessoas se tornem leads.

Nesse instante, elas já manifestaram interesse por algum produto ou serviço específico oferecido pela organização, ao ponto de preencher um formulário com alguns dados pessoais. Em outras palavras, existe o nítido desejo de, no mínimo, saber mais sobre o assunto tratado naquelas circunstâncias.

Análise dos estágios do funil de vendas

Leads, ou seja, consumidores (posteriormente clientes) em potencial, porém, não aparecem da noite para o dia. Para saber exatamente quando alguém está disposto a se tornar um lead, é preciso observar as etapas do funil de vendas, nessa ordem:

  • Descoberta de um problema ou necessidade;
  • Consideração das soluções para solucioná-lo ou supri-la — é nessa fase que um mero Visitante do blog, por exemplo, passa a ser um lead;
  • pós-venda.

Atuação com inside sales

Imagine se sua equipe de vendas tivesse que se deslocar a todos os potenciais consumidores da empresa? Entre outros transtornos, a prática é sujeita a cancelamentos de última hora devido ao trânsito intenso. Soma-se a isso o gasto com combustível e o risco de a visita não resultar em venda.

Por meio do inside sales, as vendas são realizadas à distância, via recursos multimídia, como as reuniões online. No período recente, ficou provado que o ambiente virtual é útil, econômico e efetivo em diferentes situações, incluindo as conversas com leads.

Quais os principais cuidados ao avaliar novas oportunidades de negócio?

Ainda que leve em conta todos os aspectos tratados anteriormente, você também precisa ter atenção a certos cuidados, como mencionamos abaixo.

Análise de perfil do cliente

Definir o perfil do cliente ideal, como falamos em outro trecho, é apenas um dos passos indispensáveis para fechar ótimos negócios. Para ser completa, a análise precisa considerar a situação financeira de quem está disposto a adquirir um item da sua empresa. Assim, você pode vender com segurança.

Daí a importância de adotar os seguintes procedimentos:

  • verificação de CPF;
  • consulta do CNPJ de empresas.

Formalização de contrato

Em se tratando da prestação de serviços, a confecção de documento que estabeleça um vínculo entre cliente e empresa é igualmente imprescindível. O contrato deve dispor dos direitos e deveres entre as partes envolvidas, a fim de proteger a organização contra quaisquer alegações infundadas.

Atenção ao pós-venda

Finalmente, lembre-se de que a venda não se encerra no ato do recebimento do valor envolvido na transação. Mesmo em compras à vista, recomenda-se que a empresa acompanhe a experiência do cliente após a transação financeira. Se a intenção é estreitar os laços e encontrar novas oportunidades de negócios, nada mais vital do que se preocupar com o nível de satisfação dos clientes.

Além disso, o parcelamento de compras pode trazer complicações, como o não pagamento das parcelas restantes. Para facilitar o controle, vale a pena ter à mão o serviço de monitoramento da carteira de clientes.

Com ele, você é atualizado quanto ao risco de inadimplência de toda a carteira, além de ser notificado quando houver contas vencidas, protesto de títulos e outros eventos semelhantes. Caso você atue no chamado B2B, também considere efetuar a consulta de CNPJ junto à Receita Federal.

Fonte: Serasa Empreendedor

Descubra como valorizar a empresa

ara entender como fazer isso sem errar, separamos aqui algumas dicas que irão te auxiliar nesse processo. Nesse sentido, uma coisa é certa: para aumentar o valor de um empreendimento é necessário planejamento.

Portanto, continue lendo este artigo e saiba como valorizar a empresa, seja você um profissional contratado ou um empreendedor e alcance os resultados que você deseja.

Como valorizar a empresa com o valuation

Um dos caminhos é o valuation. A maximização do valor da empresa é a criação de riquezas para os acionistas ou outros detentores do capital do empreendimento.

Isso acontece por meio do investimento em ativos reais que tornem a rentabilidade maior do que o capital utilizado.

Em primeiro lugar, conheça o valor da empresa por meio de um valuation inicial. Depois, identifique quais são os pontos-chave da empresa que podem melhorar.

Em seguida, realize o que for necessário para a implementação das melhorias. Então, faça um novo valuation para averiguar o aumento do valor da empresa.

Atenção aos indicadores

Para que o processo de valorização da empresa siga na direção certa, é preciso estar atento aos indicadores.

Nesse sentido, os indicadores que irão te ajudar a fazer sua empresa valer mais no mercado são chamados de value drivers. Traduzindo, são os direcionadores de valor, e devem ser observados ao longo do processo de valuation.

Agora, confira alguns value drivers de grande importância:

Gerenciamento de processos: descentralização para tornar a empresa menos dependente de você.

Performance financeira: inclui também auditoria e qualidade dos números.

Independência: diversificação de clientes, funcionários e fornecedores.

Controle do negócio: tem a ver com sua originalidade e significância para o mercado.

Receita recorrente: a proporção e o percentual de receita que retorna periodicamente.

Satisfação do cliente: mensuração do quanto os consumidores da empresa se sentem satisfeitos com os seus produtos, serviços, atendimento e a experiência em geral.

Equilíbrio: sobre a situação do fluxo de caixa da empresa e seu capital de giro.

Potencial de crescimento: focando no que se pode prever para o futuro da empresa a curto, médio e longo prazo.

Portanto, temos aqui algumas estratégias de como valorizar a empresa que são essenciais. Ao enfrentar esse desafio, é preciso desenvolvê-las para obter os resultados desejados.

Como valorizar a empresa aprofundando conhecimentos

Além de entender melhor como funciona o processo de valuation e de que forma ele ajuda a valorizar a empresa, é preciso aprofundar os conhecimentos no assunto.

Afinal de contas, trata-se de um trabalho que precisa ser feito constantemente e que envolve diversos saberes. Aqui, estamos falando de administração, gestão, finanças, entre outros estudos que são absolutamente úteis para qualquer profissional do mercado.

Por isso, investir na sua carreira, e mais, na formação dos colaboradores da empresa, é algo que certamente irá te deixar mais próximo de dominar o processo de valorização da empresa.

Fonte: Fundação Instituto de Administração

6 dicas importantes para quem deseja começar a investir

Quem deseja começar a investir tem um longo caminho pela frente, a começar pela mudança de mentalidade em relação com o hábito de guardar dinheiro.

Não basta apenas acumular, é preciso entender que o investimento deve fazer parte do seu planejamento financeiro. Algumas modalidades de investimento podem garantir que você tenha reservas de emergências e até mesmo realizar sonhos mais ambiciosos.

Quero saber mais sobre esse assunto? Acompanhe este texto e descubra como definir os objetivos, conhecer as diferentes modalidades, escolher o melhor investimento e buscar ajuda de uma instituição financeira. Confira!

  1. Saiba diferenciar o que é poupar e investir

    Geralmente, o investidor iniciante realiza o processo de poupar dinheiro e acha que está investindo. Mas na verdade são duas coisas diferentes, embora possam ter uma correlação.

A tarefa de poupar é aquela ideia básica de guardar o dinheiro por determinado período de tempo, enquanto que investimento vai além disso. Investir se trata da condição de aplicar determinado dinheiro com o objetivo de receber algum montante por conta disso.

Nesse sentido, não necessariamente uma pessoa que está poupando dinheiro está investindo em algo. Isso porque a maneira como funciona o mecanismo de investimento feito em instituições financeiras é bastante diferente.

Ao investir em ativos financeiros, você recebe da instituição financeira um valor referente a parte que você emprestou a essa instituição. Já o ato de poupar não necessariamente vai garantir o rendimento a você.

Tendo essa diferenciação em mente, agora é importante traçar as estratégias para você efetivamente se tornar um investidor.

  1. Defina os objetivos de seu investimento

    Os investimentos podem garantir alto retorno financeiro. Mas o que você vai fazer com esse dinheiro? Essa questão é fundamental para você definir os objetivos do seu investimento.

Geralmente, os investidores têm o objetivo de conseguir reservas para emergências e para projetos da vida. No caso das emergências, trata-se do dinheiro capaz de fazer com que você passe ileso por situações ruins ou imprevistos financeiros. A ideia é aplicar determinado dinheiro cujo rendimento você possa ter acesso a qualquer momento.

Já as reservas para projetos de vida costumam ser planejadas a longo prazo. Pode-se considerar esses projetos como a realização de alguns sonhos, como por exemplo, comprar um imóvel, trocar o carro, fazer uma viagem, se preparar estruturalmente para o nascimento de um filho, fazer uma faculdade ou até mesmo a aposentadoria.

Sendo assim, determine quais são os seus objetivos para investimento. É importante “carimbar” o seu dinheiro para cada projeto de vida. Isso quer dizer que você não pode utilizar o dinheiro de determinado plano para outro objetivo. Se fizer isso, o seu projeto de vida estará em risco. Portanto, tenha os seus objetivos bastante definidos, seja responsável e coerente a eles.

O prof. Rogério Alexandre Gonçalves ressalta duas questões no planejamento: liquidez e risco. “Os recursos que forem destinados para situações de emergência devem ser investidos em aplicações que privilegiam a liquidez e ofereçam baixo risco. Para obter uma maior rentabilidade nos projetos de longo prazo, será necessário abrir mão da liquidez e aumentar a disposição para correr riscos”.

  1. Conheça as diferentes modalidades de investimento

    Hoje em dia, o mercado financeiro possibilita alta rentabilidade inclusive para investidores de primeira viagem que querem começar com pouco dinheiro. Existem vários tipos de investimento que podem trazer liquidez e retorno financeiro.

Como exemplo, podemos citar o Tesouro Direto, onde com apenas R$30,00 é possível encontrar títulos públicos rentáveis. Há também a opção de atuar na bolsa de valores. O mercado de ações pode trazer, além da valorização do título, o recebimento de dividendos.

A seguir, confira mais detalhes sobre algumas das principais modalidades de investimento e as observações do prof. Rogério.

3.1 Poupança

Este é um dos tipos de investimento mais seguros e acessíveis. Não é à toa que a poupança é uma das formas de investimento mais antigas do Brasil.

Essa modalidade tem garantia dada pelo governo e possui regras de funcionamento estabelecidas pelo Banco Central. Outras vantagens da poupança é que não é necessário ter muito dinheiro para começar a investir e você pode fazer a retirada quando precisar.

“Apesar de muito popular e com isenção do Imposto de Renda, os rendimentos da Caderneta de Poupança estão muito baixos, quando comparados com outras formas de investimento”.

3.2 Fundo de investimentos

É considerado um condomínio de investidores. Cada investidor recebe cotas de acordo com o valor investido e o fundo determina em quais ativos financeiros os recursos serão aplicados. Existem diversas opções de fundos de investimentos, desde do chamado “fundo simples” para investidores iniciantes e que concentra seus recursos em títulos de Renda Fixa até os fundos conhecidos como multimercado que combinam aplicações em títulos de Renda Fixa, Ações, Câmbio e Derivativos.

“É fundamental que o investidor avalie a taxa de administração e a composição da carteira dos fundos, para estabelecer a relação entre o custo x benefício do investimento”.

3.3 Tesouro direto

Sabia que é possível ganhar dinheiro ajudando a pagar a dívida pública? Isso mesmo! O governo emite títulos públicos que são distribuídos no mercado de investimentos e, se você compra algum desses títulos, recebe em troca uma rentabilidade.

Como o governo pode vender os títulos públicos diretamente aos interessados dá-se o nome de Tesouro Direto. Trata-se de um dos tipos de investimentos mais procurados recentemente e que apresenta baixo valor de aplicação. A partir de R$30,00 já é possível investir.

“Como o sistema financeiro é todo alicerçado na movimentação de títulos públicos, investir no Tesouro Direto, representa a aplicação mais segura possível. Observe bem os prazos de vencimento dos títulos”.

3.4 Ações

Esse é um dos tipos de investimentos que ao mesmo tempo faz você ajudar empresas a crescer e também ganhar dinheiro. Investir em ações faz você ser parte integrante dos acionistas de uma ou várias empresas.

Os valores recebidos variam de acordo com as oscilações de cada ação na bolsa de valores.

“Procure conhecer as empresas nas quais você pretende investir para não pagar caro pelas ações, além disso, não esqueça que se trata de uma aplicação de renda variável, ou seja, existe o risco de perder o capital investido”.

3.5 CDB

Outra modalidade de investimento é o CDB, ou Certificado de Depósito Bancário. Trata-se de um título de renda fixa oferecido pelos bancos, ideal para quem quer investir a reserva de curto prazo.

Os CDBs podem ser pós fixados, indexados à inflação e prefixados.

Os pós-fixados são do tipo mais comum. Nesse caso, o investidor recebe de remuneração um percentual de variação do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário. Trata-se de uma taxa que lastreia as operações entre bancos.

Os CDBs indexados são aqueles vinculados a algum índice de preços. A vantagem desse tipo de CDB é que você mantém o seu poder de compra pela correção da inflação e recebe certa quantia em dinheiro devido ao acréscimo de juros.

Já o CDB prefixado remunera a partir da taxa de juros definida no momento da aplicação, ou seja, o rendimento não está vinculado a nenhuma taxa como SELIC ou CDI, sendo o próprio banco a estipular o valor da rentabilidade.

“Avalie a qualidade do banco que está emitindo o CDB, não esqueça que quanto maior o retorno, maior o risco envolvido na operação”.

  1. Saiba como escolher o melhor investimento

    Mesmo conhecendo as características das diferentes modalidades de investimento, é importante ir mais a fundo para se ter uma decisão sobre a melhor escolha a fazer. Por exemplo, você deve analisar se o investimento está de acordo com o seu padrão de vida.

Dentre os fatores que devem ser considerados nesse sentido estão o valor inicial necessário para aplicação no investimento, o índice de rendimento, o prazo ideal de retirada e a incidência de impostos e taxas.

Esse último quesito é um dos mais importantes a considerar, isso porque valores relacionados algumas taxas podem se tornar um verdadeiro vilão para investidor, já que a soma delas pode abocanhar boa parte do seu rendimento.

Sendo assim, é preciso observar se existe alguma taxa de administração, carregamento e corretagem, além de perceber se o rendimento é superior à inflação.

Com essas informações em mãos, é necessário colocar tudo na ponta do lápis e observar qual investimento tem mais a ver com seu perfil.

  1. Comece a se organizar para investir

    Entendendo quais são as condições e características das modalidades de investimento, agora você pode se começar a se organizar para realizar a sua primeira aplicação.

Alguma mudança de hábito será necessária, pois ser investidor é um estilo de vida que requer ações desde contenção de gastos até tentativa de encontrar renda extra. Conheça mais detalhes a seguir.

5.1 Faça a relação de seus gastos

O primeiro passo é anotar todos os seus gastos ao longo do mês, separando os gastos essenciais dos gastos supérfluos.

Podem ser considerados gastos essenciais o aluguel, condomínio, as contas de luz, água, alimentação e vestuário, por exemplo.

Para identificar aqueles que são gastos supérfluos, é importante se perguntar com frequência sobre a necessidade de comprar determinadas coisas e se não há outra opção com melhor custo benefício. Dessa maneira, você vai começar eliminar o que não é importante e terá condições de ter mais dinheiro disponível para investir.

5.2 Pague suas dívidas

Ainda pensando em maneiras de controlar os gastos, é importante considerar pagar suas dívidas. Afinal, não faz sentido você querer investir dinheiro sendo que ainda existem pendências a arcar.

Nesse sentido, uma pessoa que paga suas dívidas têm maior liberdade para inclusive escolher qual o valor pode servir de investimento. Sendo assim, liste todas as suas dívidas e tente renegociá-las.

Um bom caminho é começar pagando as dívidas com juros mais altos. Isso porque os juros fazem com que você se endivide cada vez mais. Portanto, é preciso dar um fim nisso. Faça um ranking das suas dívidas para ter uma visualização das mais comprometedoras e acerte-as.

Após pagar suas dívidas, você deve criar o hábito de criar um orçamento doméstico e fortalecer o hábito de anotar tudo. Isso permite que você tenha maior controle sobre suas finanças pessoais e consiga encontrar novas estratégias para poupar dinheiro.

Outro destaque do prof. Rogério: “Os juros da dívida são muito maiores que a rentabilidade obtida, os juros do cheque especial em 2018 superaram 300% ao ano”.

5.3 Poupe dinheiro

Com a dívidas pagas, agora sim você tem condições de poupar dinheiro. Comece por tentar separar ao menos 10% do seu salário todo mês com o objetivo de fazer alguma aplicação.

O valor determinado não pode comprometer os gastos essenciais que você possui e exige a disciplina para que o investimento seja constante. É importante destacar que o momento para separar o valor é exatamente quando você recebe a sua remuneração. Isso faz com que você já desconte juntamente às contas mensais o valor do dinheiro para seu investimento.

  1. Busque uma corretora

    Agora que você sabe como investir, é chegado o momento de você buscar ajuda de uma corretora. Essa instituição financeira tem duas funções primordiais no processo de investimento. A começar pela consultoria.

A corretora pode oferecer diversas informações sobre como traçar o seu perfil de investidor e a partir disso oferecer as melhores opções. Em um segundo momento, a corretora pode oferecer os produtos e até mesmo administrá-los para você.

Mas é importante saber escolher uma corretora. Comece pensando sobre as taxas. Por exemplo, perceba qual é a taxa de custódia, uma espécie de mensalidade que a corretora cobra para manter o seu cadastro de cliente. Também perceba qual é a taxa de corretagem, sendo este o valor cobrado para cada operação de compra ou venda de ações.

Ainda, busque saber se a corretora oferece conteúdo para o investidor. Isso quer dizer se a corretora fornece relatórios de mercado, boletins diários ou estudo sobre empresas. Essas informações são fundamentais para quem está começando a investir e ajudam na tomada de decisões.

Essas foram algumas informações para quem deseja começar a investir. É importante sempre tentar diversificar a sua carteira de aplicações, ou seja, equilibrar liquidez, risco e rentabilidade de acordo com seus objetivos.

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Fonte: Fundação Instituto de Administração

O que fazer se sua empresa caiu na Malha Fiscal DIRF x DARF?

Empresas estão recebendo a comunicação da Malha Fiscal PJ – Operação 80.001 – Parâmetro DIRF x Darf – na caixa postal do e-CAC (portal de atendimento virtual).

Nesta hipótese, deve-se realizar o reexame de sua apuração do IRRF com base no “Demonstrativo de Inconsistências Apuradas” da comunicação da MALHA PJ e compará-las com a informação prestada na DCTF dos exercícios constantes na comunicação recebida, no sentido de corrigir espontaneamente as divergências, declarando e recolhendo em Darf a diferença ou realizando a compensação em DCOMP.

A comunicação da Malha Fiscal PJ – Operação 80.001 foi enviada para as empresas, exceto as optantes pelo Simples Nacional que estão desobrigadas de DCTF, que apresentaram divergências em relação aos seguintes códigos de receita:

0561 – Trabalho Assalariado no País e Ausentes no Exterior a Serviço do País;

0588 – Rendimentos do Trabalho sem vínculo empregatício;

3208 – Aluguéis e Royalties pagos à Pessoa Física; e

1708 – Serviços Prestados por Pessoa Jurídica.

Não é necessário o comparecimento ao atendimento presencial da Receita Federal para efetuar a regularização da sua situação. Basta retificar a DCTF e, conforme o caso, efetuar o recolhimento ou a compensação.

Fale com nossos consultores que nós resolveremos isso para a sua empresa.

Fonte: Blog Guia Tributário

9 dicas para melhorar as finanças do seu negócio em tempos de crise

Ter uma boa gestão financeira é algo fundamental para um pequeno negócio, independente da fase de maturidade da empresa. Em tempos de crise, com cenário de incerteza, essa questão torna-se ainda mais relevante. A última pesquisa de impacto do coronavírus realizada pelo Sebrae mostra que a pandemia acarretou, para a maioria das MPE, uma perda média de 40% do faturamento. Esse aperto nas contas expõe ainda mais a necessidade de uma boa organização financeira.

O analista de capitalização e serviços financeiros do Sebrae, Weniston Abreu, afirma que é comum ter empresas que, por desorganização financeira, acabam fechando as portas. “É óbvio que a pandemia trouxe novos desafios para os empreendedores. No entanto, ainda temos muitos donos de pequenos negócios que passam por situações difíceis por falta de conhecimento. Questões básicas como fluxo de caixa, planejamento, classificação de despesas, controle de estoque podem literalmente tirar a empresa do vermelho”, alerta.

“Por isso, é fundamental que a pessoa esteja sempre buscando conhecimento. Além do atendimento direcionado, o Sebrae oferece cursos gratuitos, conferências e lives com especialistas no assunto, entre outras iniciativas. Neste mês de junho iremos dedicar grande parte dos nossos conteúdos para o tema crédito e finanças. Vale a pena conferir”, completa Abreu.

Confira a seguir nove dicas básicas para otimizar a sua gestão financeira:

1) Entenda a necessidade de fazer a organização do seu negócio

O primeiro passo para melhorar a sua gestão financeira em tempos de crise é aceitar que planejamento e organização são as receitas de qualquer empresa bem-sucedida. Muitas vezes, por falta de tempo ou por ter muita experiência no mercado, a pessoa acha que não precisa colocar as despesas e receitas no papel. Em tempos de crises essa ação é essencial. Não se limite na busca por conhecimento nessa área. Obter qualificação em finanças é uma grande dificuldade dos empreendedores, por isso, quanto mais você dominar o assunto, mais vantagem competitiva adquire.

2) Faça um planejamento estratégico para a crise

Quando falamos em planejamento estratégico, muitas pessoas acham que é algo extenso, cansativo e sem serventia. Dedique-se a realizar essa tarefa, organize-se, coloque no papel os possíveis cenários que sua empresa irá enfrentar e quais serão as estratégias em cada um deles. Reúna todo seu histórico de faturamento, isso irá te ajudar a entender qual sua provisão de receitas e como é melhor agir para superar a crise.

3) Administre corretamente seu fluxo de caixa

Seja calculando erroneamente os ganhos ou subestimando as perspectivas de gastos, a má administração do fluxo de caixa pode levar a diversos prejuízos, de tempo, esforços e dinheiro. Dentre as alternativas para uma elaboração eficiente de fluxo de caixa está a utilização de softwares de gestão financeira, há muitas opções de baixo custo no mercado.

4) Classifique as despesas e enxugue os gastos

Faça um levantamento de todas as despesas da empresa, até mesmo aquelas que você considera muito pequenas. Com todo esse mapeamento em mãos, classifique suas despesas em essenciais para o funcionamento e as que podem ser eliminadas. Corte as últimas e renegocie as essenciais.

5) Evite gastos exorbitantes com folhas de pagamento

A empresa mostra-se mais controlada financeiramente quando gastos com folhas de pagamento não ultrapassam entre 30% e 40% do faturamento. Por isso, é importante que, dentro do planejamento gerencial, seja feita uma reflexão sobre a quantidade realmente necessária de funcionários e sobre suas funções, mesmo porque o gestor deverá manter um fundo de reserva para demissões e custos previsíveis, como 13º salários, férias, entre outros.

6) Dê uma olhada no que tem em estoque

Em tempos de crise, com quedas no faturamento, é comum que alguns produtos fiquem encostados e demorem um pouco mais a sair da prateleira. Visite seu estoque, reveja o que tem disponível, faça promoções ou alguma ação direcionada para a venda desses itens. Podem ser kit promocionais, vendas de vouchers, promoções, sorteios, entre outras.

7) Separe verbas pessoais das empresariais

Um dos erros mais comuns é a retirada de dinheiro da empresa para uso pessoal ou remanejar verba pessoal para dentro do negócio. Separar a gestão financeira pessoal da empresarial é básico e é algo que deve ser resolvido logo no início do empreendimento.

8) Se necessário, busque crédito

Se após fazer sua organização financeira e cortar gastos a sua empresa ainda passa por dificuldades para manter o funcionamento, procure saber mais sobre as ofertas de crédito disponíveis no mercado. Esse processo deve ser feito com calma e baseado no controle que já foi realizado antes. Com os recursos financeiros bem claros, você pode entender melhor qual valor precisa para passar pela turbulência. É importante consultar mais de duas opções de crédito, há variação nas condições de concessão, taxas de juros, carência, entre outros.

9) Pense no futuro

O crescimento da empresa depende, também, das projeções feitas e de quais serão os próximos passos a seguir. Inclusive, a cada novo direcionamento, deve-se propor novos planos estratégicos e táticos. A estagnação surge quando não se sabe para onde ir. Aproveite essa nova fase para investir na digitalização do seu negócio. Melhore seus resultados vendendo online.

Mês do crédito

O Sebrae vai realizar, neste mês de junho, um conjunto de ações voltadas a orientar os empreendedores sobre questões relacionadas ao crédito e à gestão financeira de seus negócios. Uma das iniciativas é o lançamento do portal Radar Financeiro. A página traz uma série de conteúdos interativos sobre crédito e finanças, onde os usuários podem saber mais sobre as diversas opções de crédito existentes no mercado, entender se a empresa precisa – realmente – de um empréstimo, conhecer alguns mitos e verdades que envolvem o tema, além de acessar vídeos, textos e cursos online gratuitos sobre o assunto.

Fonte: Administradores

R$ 24,5 bi estão “esquecidos” no PIS; veja se você tem direito ao dinheiro.

O valor “esquecido” se refere a duas fontes:

  • Abono salarial do PIS/Pasep liberado este ano;
  • E cotas do PIS/Pasep liberadas para pessoas que trabalharam em determinado período

A diferença em cada uma das liberações está que no caso da cota podem ser pagas para as pessoas que trabalharam em órgãos públicos ou empresas privadas de 1971 até 1988. No caso de morte do trabalhador, os herdeiros podem ter acesso ao dinheiro.

Já no caso do abono salarial podem receber para pessoas que recebem, em média, até dois salários-mínimos. O valor é sempre pago em relação aos meses trabalhados no ano anterior. Por exemplo, os valores liberados neste ano, se referem ao ano de 2020.

Quanto ao abono, o valor pode chegar até um salário-mínimo (R$ 1.100, em 2021), tudo isso vai depender de quantos meses você trabalhou em 2020.

Todos os recursos podem ser sacados na Caixa Econômica Federal.

Veja abaixo uma relação dos valores liberados do PIS/Pasep:

  • R$ 22,8 bilhões são de cotas do extinto fundo PIS/Pasep;
  • R$ 1,2 bilhão refere-se a abono salarial não sacados em outros anos;
  • R$ 448,4 milhões devido do abono salarial liberado em 2021;

Quem tem direito ao abono do PIS/Pasep?

O abono salarial do PIS/Pasep é uma espécie de 14º salário pago somente ao trabalhador de baixa renda. Dito isso, é importante dizer que para ser apto a receber o benefício você deve receber até dois salários-mínimos, em média, por mês.

Outras exigências para conseguir o benefício são:

  • Estar inscrito no PIS/Pasep há 5 anos, no mínimo
  • E ter trabalhado, no mínimo, 30 dias no ano anterior
  • Uma terceira e importante requisito, é a empresa em que trabalha ter informado os dados corretos ao governo

Quem pode ter dinheiro na cota do PIS/Pasep?

Pode ter dinheiro na cota, o trabalhador precisa ter atuado em órgãos públicos ou empresas privadas de 1971 até 1988. Isso porque neste período os valores eram depositados mensalmente no nome de cada funcionário. Assim cada empregado era dono de “cota” do Pis/Pasep depositado pela empresa.

As cotas do PIS antes eram transferidas para Caixa e as do Pasep no Banco do Brasil, o que não acontece mais, já que o sistema acabou, com novas leis. Os valores que restaram desta época foram centralizados do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e podem ser sacados na Caixa.

Como fazer o saque de cotas do PIS/Pasep?

Neste caso, a única maneira é procurar uma agência da Caixa e levar um documento oficial com foto. No local você poderá saber qual valor que tem direito e recebe-lo.

Os valores estarão liberados para os trabalhadores até 31 de maio de 2025, após este período o que sobrar será transferido para o governo federal.

Como saber se tenho direito ao abono salarial?

Há duas formas de fazer a consulta, uma para os trabalhadores de empresas privadas e outra para os que atuam no serviço público. Importante lembrar que os pagamentos estão disponíveis até 30 de junho.

Iniciativa privada

  • No site da Caixa.  Com o número do NIS, basta acessar a opção “Consultar Pagamento”;
  • Telefone da Caixa 0800-726-02-07;

Servidores públicos 

  • No site do Banco do Brasil (BB);
  • Na Central de Atendimento do BB:
  •  4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas);
  • 0800 729 0001 (demais cidades);
  • 0800 729 0088 (deficientes auditivos);

Fonte: Noticias Concursos

4 pontos de atenção para o seu negócio em 2021

Nos últimos anos, as estratégias das varejistas se voltaram para a experiência do cliente e jornada de consumo. Termos como phygithal, omnichannel, uberizar e growth hacking guiaram a estruturação e gestão de muitos negócios.

Em poucos meses, tudo mudou. A pandemia trouxe diversas acelerações e alterações no comportamento do consumidor. Com esse cenário global de transformações imediatas, novos valores e comportamentos passam a ser priorizados pelos clientes e alguns podem se transformar em tendências de consumo.

  1. CUIDE DO SEU CLIENTE PARA QUE ELE VIVA MELHOR

Bem-estar, imunidade e saúde mental. A pandemia trouxe uma nova visão sobre o nosso modo de viver e desde então, as preocupações da população se voltaram para novas temáticas.

Momentos de autocuidado, optar por produtos mais sustentáveis e duradouros e adotar práticas voltadas ao reforço imunológico passam a sensação de qualidade de vida.

Independente do ramo de atuação, muitas empresas podem incluir estratégias de bem-estar a seus clientes para que eles se sintam cuidados, mesmo que à distância.

Transmissões ao vivo com especialistas dando dicas de saúde mental, aulas on-line de meditação, resenhas feitas por influenciadores sobre produtos que promovem a imunidade, sugestões de hábitos e rituais saudáveis cativam o consumidor

Uma ação especial do banco digital Nubank ilustra bem esse comportamento. Citando os estresses causados pelo sistema financeiro tradicional, a empresa ofereceu uma sessão de meditação para as primeiras cem pessoas que apresentassem o cartão de um banco concorrente. A aula foi promovida no fim de 2019, na própria sede em São Paulo.

Além disso, a Nubank disponibilizou em suas redes sociais um podcast especial de meditação guiada para aqueles que não puderem comparecer – algo totalmente possível de ser reproduzido de forma remota.

  1. EXPERIÊNCIA EXCLUSIVA NO DELIVERY

O delivery se tornou uma frente de vendas essencial para 83% das redes de franquias durante a pandemia, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

No setor de alimentação, o canal foi ainda mais importante e motivou muitos restaurantes a repensarem cardápios, formatos de apresentação, receitas e ingredientes. A prática mostrou que aquilo que parecia ser impossível para muitos era perfeitamente adaptável.

A boa aceitação dos consumidores trouxe também mais inspiração para alguns negócios. Com a retomada gradual do comércio, a rede de alimentação saudável Boali percebeu que seria interessante manter esse canal ativo.

A saída encontrada foi criar novas marcas complementares, que atraem nichos específicos de consumidores. A Sandureba Lancheteria, focada em tapiocas e sanduíches naturais, e a Vegan Lovers, voltada para alimentação vegana, foram criadas exclusivamente para pedidos no iFood.

A ação, na verdade, desperta no consumidor uma sensação de exclusividade, já que as opções não estão disponíveis em nenhuma loja física da Boali.

  1. SERVICIFICAÇÃO

Uber, Rappi, Airbnb… o consumidor ressignificou seus hábitos e necessidades em busca de uma vida mais simples, confortável e sustentável.

Com mais opções no mercado, o consumidor está se desapegando do conceito de posse e está focado em fazer escolhas que lhes permitam pagar pelo quanto se utiliza de um produto ou serviço.

A popularização dos coworkings e do serviço de locação de carros, por exemplo, levantam a seguinte questão: por que comprar se é possível alugar? Entender as novas necessidades do seu consumidor é essencial para o crescimento e perpetuação do negócio.

Além disso, ter consumidores acostumados ao fato de que eles podem ter acesso sem necessariamente ter a posse, possibilita a seu negócio navegar nos dois cenários.

  1. UM LAR MULTIFUNCIONAL

Nesse momento de pandemia, o consumidor quer fazer escolhas seguras. Cientes de que não há lugar melhor que a própria casa para isso, a quarentena despertou a vontade de transformar o lar em um espaço multifuncional, capaz de sediar todas as atividades que não podem ser realizadas em locais públicos.

Há quem diga que quem praticou distanciamento social e não fez ao menos uma receita de pão caseiro não seguiu os protocolos como deveria.

O tempo passado na segurança do lar resultou no maior índice de buscas no Google de termos como “receita pão caseiro”, “receita bolo”, “cortar cabelo em casa” e “exercício em casa” dos últimos cinco anos.

Seja por motivos de segurança ou pela descoberta dos prazeres do “faça você mesmo”, os empresários podem aproveitar esse comportamento para empoderar seus clientes como tendência de consumo.

Localizada em Barueri, na Grande São Paulo, a empresa TempoTem, especializada em serviços residenciais e automotivos, lançou a modalidade de visita técnica on-line.

Por vídeo-chamada, eletricistas e encanadores detectam problemas e orientam como resolvê-los.

Fonte: Diário do Comércio